Saturday, November 2, 2013

Não liguem para o que escrevo, é só um pensamento...

A escola prepara o aluno para fora da escola.
Ela tem o dever da formação da identidade à partir das interferências culturais.
 
Depois de uma certa discussão num certo grupo, um pensamento foi aparecendo...
 
"Onde foi parar a figura do estudante?
Onde está o sentimento de pertencimento desta classe?"
 
Por mais que os professores tentem modificar, inserir, diversificar o conteúdo programático, eles ainda vivem presos a um padrão sistemático.
 
A escola exclui o aluno! Certos tipos de assuntos que se abordam, muitos não irão utilizar ao longo das suas vidas.
 
O professor deve ser atrativo, deve associar o conteúdo a vida dos alunos, sair do seu quadrado para sair do conteúdo imposto, porém, são tão mau remunerados que a sua motivação se perde em meio ao caminho...
 
"Mais vale um aluno revoltado perturbando uma aula, do que um professor perturbando todo um sistema."
 
Ser passivo e obediente já fugiu do contexto de um aluno ideal.
 
Querida escola, a cultura popular urbana sente a necessidade de utilizar o seu espaço e assim construir um verdadeiro conceito de sociedade.
 
Pagode e português, skate e matemática, história e grafite: eles dialogam sim!
 
Querido professor, introduza a linguagem de rua no seu conteúdo programático.
 
RESIGNIFIQUE!!!
 
Se tudo passa por mudanças, porque a escola não muda?
 
Já dizia um trecho de Forfun:
"O comodismo é um mal parasitário
Juventude perdida é o caralho
Eu tenho muito mais pra dizer"
 
 
 
Obs.¹: Este pensamento vagou com um olhar voltado as escolas públicas;
Obs.²: Coloco o termo aluno, mas não concordo com o conceito de um ser sem luz;
Obs.³: Alguns trechos são falas de participantes de uma aula bastante produtiva, rsrsrs.


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